Madonna caindo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

BAPHÔÔÔNICO!!!
PÁRA TUDO!!!!!

Canta que nem diva, cai que nem diva e levanta que nem diva.

Qual fã nunca sonhou em assistir a periquitinha da Madonna pro ar?
Hold on...

Vacation

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

FÉRIAS PRO MEU POVO,
MEU POVO QUER FÉRIAS!

Guia Prático, Histórico e Sentimental do Recife

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Abaixo apenas um trecho do Guia de Turismo. Fiquei com a parte de Casa de Espetáculos.

Casa de Espetáculos
Por Danilo Gonçalves

O turista que chega ao Recife em busca de diversão e entretenimento, não pode deixar de ir para alguns dos inúmeros eventos que sejam realizados nas casas de espetáculo da cidade. As opções são variadas e atingem todas as classes. Além disso, a capital pernambucana tem como principais opções três espaços: Teatro Guararapes, Teatro da UFPE e o Chevrolet Hall.

Para começar, o Teatro Guararapes, que está localizado no Centro de Convenções de Pernambuco e está sob a administração de Cláudio Cordeiro. Considerado por artistas como um dos melhores teatros do país, o espaço possui acústica privilegiada e dispõe de 2.405 lugares distribuídos entre platéia e balcão para atender uma variada demanda de shows, espetáculos, reuniões, conferências e festivais. Seu palco, com 1.050m², é um diferencial de destaque. O teatro ainda trás seis cabines de tradução simultânea, equipamentos para controle e acesso das entradas e do sistema de som e de iluminação. Além dos camarins construídos para oferecer conforto aos artistas. O foyer do Teatro Guararapes, com 900m², é um espaço nobre e de arquitetura requintada que pode ser usado para pequenas exposições, coquetéis, desfiles, congressos, peças teatrais.

Celebridades do mundo artístico já passaram pelo Teatro Guararapes e deixaram suas marcas na casa. Entre elas, estão os artistas como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Isabela Taviani, Maria Bethânia, Toquinho, Chico Buarque, etc. Além disso, o Teatro já foi palco de várias apresentações de dança como a do Ballet da Cidade de Moscou que veio apresentar o espetáculo “O Lago dos Cisnes” e, também para festivais como o Cine PE, festival de cinema que recebe o maior número de visitantes no Brasil. Sem contar nas peças teatrais como “Esse alguém maravilhoso que eu amei”, protagonizado por Cláudia Rodrigues e Marcelo Serrado.

Outro roteiro que, com certeza, tem que estar nas programações dos turistas são os eventos no Teatro da UFPE, localizado no Centro de Convenções da UFPE na Cidade Universitária e está sob administração de Fred Lins e Ivaldo Pontes, secretário executivo da FADE-UFPE (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE). A estrutura do local se destaca pela mistura de tecnologia e tradições do teatro de arena, com um palco espaçoso e a preocupação com a visibilidade que os 1931 expectadores têm das apresentações. Dos bastidores técnicos ao ângulo das poltronas do balcão, tudo foi calculado para a realização perfeita de um espetáculo. O acústico do teatro é impecável em qualquer evento, seja peça teatral, shows, palestras, etc. Além disso, o Teatro da UFPE oferece um confortável espaço na Cafeteria Ciranda Café, para que o público possa se distrair antes do espetáculo. Conta também com um anexo chamado Concha Acústica, com uma capacidade para 1500 pessoas, para eventos menores.

Os espetáculos que mais lotaram o Teatro da UFPE foram o Ballet Jazz de Montreal, shows como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Vanessa da Mata, Lenine, entre outros. Além das apresentações teatrais trazendo artistas da terra como Zé Lezin e, também artistas famoso pelo Brasil, como Zezé Polessa na sua peça “Não sou feliz, mas tenho marido”, “Vidas dividias” com Antonia Fontelle, Fernanda Vasconcelos e Henri Castelli, entre outros.

Por fim, a maior casa de shows da América Latina: o Chevrolet Hall. Foi inaugurado em 08 de agosto de 2001, e teve como primeiro nome, Classic Hall. Fundado pelos empresários Antônio Gonçalves, José Inácio da Silva e Luiz Augusto Nóbrega, durou três anos para ser construído. A casa surgiu para preencher uma lacuna no mercado de lazer e entretenimento em Recife. Trazendo diversidade cultural para a cidade.

“Antes do Chevrolet não havia espaço no Recife para shows de grandes produções. Não há no Brasil uma casa de reúna atributos como o Chevrolet Hall. A casa recebe shows do Scorpions, Calypso, Zezé de Camargo, Ray Coniff, Julio Iglesias, Charlie Brown, enfim, todos com sucesso. É uma grande diversidade, acima de tudo.”, diz com exclusividade para esta pesquisa, Ricardo Caldas, gerente de marketing da Rede Globo.

Para se ter idéia da dimensão de sua estrutura, o palco da casa, tem mil metros quadrados, sendo totalmente modulado, o que permite uma rápida troca das bandas. Além disso, para maior conforto dos artistas, o espaço trás 1 heliponto, 3 elevadores, 6 camarins com sauna e hidromassagem.

“Lotar o Chevrolet é uma grande alegria e a certeza de que o nosso trabalho está sendo bem aceito pelo publico do Recife. É uma honra me apresentar. A casa é maravilhosa e muito recepitiva”, diz com exclusividade para esta pesquisa, Geraldinho Lins, cantor que já gravou DVD no Chevrolet Hall.

Para o público, além das várias atrações como shows, peças teatrais, feiras e coquetéis, têm ainda 12 baterias de toaletes, 12 bilheterias para que sejam evitadas as filas nos grandes espetáculos, 100 camarotes panorâmicos, 3000 vagas em estacionamento, entre outros benefícios.

Sesi Bonecos encanta platéia no Marco Zero

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Publicado dia 09/11/2008

Por Danilo Gonçalves

Mais um dia do Sesi Bonecos emocionou o Recife, ontem (8) no Marco Zero. As apresentações começaram por volta das 16h30 nos diversos espaços que foram montados para os espetáculos. No total do dia, foram 14 apresentações entre desfiles de bonecos gigantes e show com Nação Zumbi. O público, sempre presente, elegeu o dia como o melhor do Festival, pois não tiveram que enfrentar fila para assistir as encenações, como estava acontecendo no Teatro Santa Isabel.

O dia começou com uma exposição comemorativa dos 38 anos do grupo Giramundo, um dos mais importantes do ramo de Teatro de Bonecos do Brasil, de Minas Gerais, e terminou com a apresentação do show de Nação Zumbi, que ainda contou com performance dos bonecos dentro do espetáculo. Para quem pensou que as crianças eram as únicas encantadas com o Festival, se enganou. Muitos adultos entraram no meio da magia e aproveitavam para se divertir.

“É tudo muito lindo. Eu trouxe meu filho de cinco anos, mas acho que acabei ficando mais encantado do que ele. Parece que nós não estamos aqui, é coisa de outro mundo. As apresentações são muito reais e tem hora que fico sem acreditar no que estou vendo. É uma aula de magia”, diz Tino Ribeira, de 41 anos, pai de Gabriel.

Muitas pessoas elegeram o Sábado como o melhor dia do Festival, pois as apresentações foram em locais abertos e não foi necessário enfrentar fila para resgatar ingressos, como estava acontecendo nas apresentações no Teatro Santa Isabel. Muitos reclamavam da organização que só estavam cedendo um ingresso por pessoa, nas apresentações dentro do teatro.

“O meu filho estuda de manhã, então se eu fosse com ele pegar o ingresso pela tarde, já não tinha mais ingresso. Se eu fosse com ele mais cedo, ele iria faltar aula. Nesse aspecto, a organização falhou. Conheço pessoas que passaram duas horas na fila para conseguir pegar um ingresso. É meio estranho isso”, diz Célia Pinheiro, economista e mãe do Igor de oito anos.

As apresentações no Recife vão até hoje (9). Após isso, quatro carretas e seis caminhões vão pegar a estrada rumo a outras cinco cidades do Nordeste: Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), João Pessoa (PB) e Fortaleza (CE). Além da grande quantidade de equipamentos, a caravana transporta centenas bonecos para a montagem. Em sua 5ª edição, o projeto já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas, no Brasil.

Procape e Agamenon Magalhães entram na lista dos hospitais de ensino

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Matéria de Serviço publicada essa semana.

Por Danilo Gonçalves

O Ministério da Saúde, atendendo a uma solicitação da Secretaria Estadual de Saúde, credenciou o Procape (Pronto-Socorro Cardiológico de Pernambuco) e o HAM (Hospital Agamenon Magalhães) como unidades de ensino e pesquisa. Com isso, segundo o Governo do Estado, ambos terão um aumento no número de consultas, cirurgias e ainda vão captar mais recursos enviados atualmente do SUS (Sistema Único de Saúde). Além de atividades de estágio curricular nos cursos de saúde da UPE (Universidade de Pernambuco).

Segundo o secretário executivo de Regulação em Saúde, Tiago Feitosa, uma parte das verbas está direcionada e os Hospitais podem perder este benefício caso não cumpram as metas. “As unidades devem destinar 10% dos recursos para melhorar os procedimentos, seja aprimorando a criações dos protocolos clínicos, humanizando os atendimentos, ou, ainda, implementando a classificação de risco nas emergências. O restante vai para aquisição de materiais e equipamentos”, afirmou.

Com a mudança, o Procape, que hoje recebe R$ 2,9 milhões por mês, poderá captar até R$ 5.313.190,87 (cerca de 83% de aumento). Isto acarretará numa oferta de 8 mil consultas por mês, 108 cirurgias cardíacas, 440 cateterismos e 66 marcapassos implantados. Hoje, o Procape atende cerca de mil pacientes por dia, sendo 200 na emergência.

Já o HAM poderá aumentar em até 170% seu teto, passando do atual orçamento mensal de R$ 1.429.850,94 para R$ 3.910.276. Com expectativa de ampliar em até 20% sua produtividade, o Agamenon Magalhães poderá realizar, mensalmente, 6.197 consultas nas mais diversas especialidades médicas, 290 partos, 100 cateterismos e implantar 50 marcapassos. Referência nas áreas de cardiologia, pesquisas com células-tronco, maternidade de alto risco e endocrinologia, o Agamenon atende cerca de 900 pessoas por dia, sendo 350 na emergência cardiológica.

Para os estudantes, esse avanço representa uma oportunidade para ampliar o conhecimento, além de beneficiar a classe mais necessitada por saúde pública. “São mais oportunidades que estão se abrindo. Estou empolgado com isso, pois é uma forma de abranger conteúdo. Já tive algumas aulas práticas no Agamenon [HAM] e é gratificante poder ajudar pessoas que necessitam de cuidados”, afirmou Renato Bezerra, estudante de medicina, da UPE.

Pernambuco passará agora a ter seis hospitais com o reconhecimento de unidade de ensino do Governo Federal. Os hospitais das Clínicas e Oswaldo Cruz, o Cisam (Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros) e o Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco) já são credenciados.

Sport perde mais uma no Nacional e se complica na tabela

terça-feira, 28 de outubro de 2008

matéria publicada Domingo (26/10/2008)

>> BASQUETE FEMININO

Depois de um jogo fraco, Sport perde pela terceira vez seguida no Nacional. A derrota da vez foi para equipe carioca Mangueira/Petrobras por 90 x 80.

Por Danilo Gonçalves

O Sport somou ontem, mais uma derrota no 11º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, a terceira consecutiva. Dessa vez, o time não conseguiu superar as meninas da Mangueira/Petrobras (RJ) num jogo realizado no ginásio do time rubro negro. A equipe carioca foi superior quase toda a partida e venceu por 90 a 80. A cestinha do jogo foi Tayara, ala do time pernambucano, que pelas estatísticas, também é a cestinha da competição.

O Sport foi superior no 1/4, onde fechou o período com uma pequena vantagem sobre o time da Mangueira (24 x 19). O time carioca, estreante na competição, se recuperou a partir do segundo período e no final do terceiro já tinha aberto uma vantagem de 21 pontos. Os principais destaques do time foram a ala Renata, que pontuou 19 vezes e a pivô Clarrisa com 14 pontos e 16 rebotes.

“A gente igualou o jogo quando eu coloquei uma jogadora rápida em quadra. O time acertou com essa formação. Sabíamos que a partir do momento em que jogássemos bem, nós ficaríamos mais perto da vitória. Nós jogamos bem, então conseguimos. Nos superamos hoje, jogamos sem uma das pivôs que teve que voltar ao Rio depois que recebeu a notícia do falecimento da avó. Vencemos hoje para homenageá-la.”, afirmou Guilherme Vós, técnico da Mangueira/Petrobrás.

Ao final do jogo, Roberto Dornelas, técnico do Sport desabafou. “No último jogo dessa competição, vocês vão entender o porquê dos resultados não estarem saindo. O rendimento vai de acordo com o apoio que estamos recebendo. Eu já gastei 27 mil do meu bolso com o basquetebol feminino. O time vai acabar no próximo ano e isso está afetando o psicológico das meninas. Até proibidos de treinar na quadra do Sport nós já fomos. Não vou falar mais nisso agora, mas na nossa última partida nesse campeonato eu vou soltar o verbo.”

Fontes confiáveis, que não querem ser identificadas, dizem que a falta de apoio vem por parte do Clube, que direciona quase que toda a verba dos esportes amadores para o voleibol e não dá suporte necessário ao basquete. O patrocínio da Pitú, por exemplo, que era do basquete, hoje em dia, apóia o voleibol por repasse do Clube, afirmam.

Com a derrota, o Sport ficou na sexta colocação e tem agora apenas chances remotas de classificação para próxima fase, onde passam as quatro melhores equipes da fase classificatória. O próximo confronto do rubro negro será amanhã, na abertura do returno, na quadra do Sport às 20h30 (horário de Brasília), contra o Santo André, quarto colocado na competição.

Recife Assombrado - A Sala do Escritório

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Relato de: Marta


O lugar é uma bela casa no bairro do Torreão, no Recife. Já foi uma residência, mas agora é a sede da empresa de assessoria jurídica onde trabalho. Muitas vezes, precisamos ficar neste lugar até tarde da noite para dar conta do serviço. E foi numa dessas vezes que começaram a ocorrer coisas assustadoras...

Estávamos eu e uma colega numa das salas casa, preparando relatórios. Era mais ou menos nove horas e permanecíamos em silêncio, concentrada nos nossos computadores. Sem mais nem menos, o ambiente ficou frio, gelado de dar arrepios. Tanto eu como ela sentimos com se alguma coisa esquisita fosse acontecer, mas permanecemos caladas.

De repente, comecei a achar que estava sendo vigiada, que alguém que eu não podia ver estava me olhando. Parei de digitar e tentei falar com a minha amiga, mas as palavras não saíram. E ela fazia um cara de medo, com os olhos arregalados. Poucos segundos depois, a porta da sala, que estava aberta, se fechou lentamente como se alguém a estivesse empurrando com cuidado. Apavoradas, paramos o que estávamos fazendo e fomos embora sem concluir os relatórios.

Dias depois, eu estava sozinha nesta mesma sala e, em torno das oito da noite, precisei sair para apanhar um documento em outro cômodo. Na volta pelo corredor, senti um calafrio violento e ouvi passos me seguindo, embora ninguém estivesse ali além de mim! Mais uma vez, sai de lá correndo, sem concluir meu serviço. Mas o pior ainda estava por vir...

Passaram-se mais alguns dias, e de novo precisei esticar o horário, desta vez para organizar alguns processos. Confesso que estava meio assombrada de estar ali àquela hora: aproximadamente dez da noite. Mas não tirava os olhos da papelada para acabar logo e poder voltar para casa.

Quando eu menos esperava, levantei a vista por um segundo e enxerguei, na minha frente, a figura de um velho. Era um senhor distinto com a expressão severa, vestindo um paletó preto. Em pé, ele me encarava como se não estivesse satisfeito com a minha presença. Durou o tempo de um piscar de pestanas e o velho sumiu, como que por encano. Senti falta de ar, taquicardia, tremor nas pernas. Arranquei força não sei de onde para fugir do local. De tão perturbada que estava, deixei, sobre a mesa, a bolsa e o celular. Na rua, peguei um táxi e prometi pagar a corrida no dia seguinte.

E no expediente do dia seguinte, fui falar com a da minha chefe para dizer que não iria mais trabalhar naquela sala. E disse exatamente a razão, mesmo com o risco de ela me achar uma louca. Ao contrário do que eu esperava, minha chefe entendeu meu pedido. Disse que outras pessoas que estiveram lá contaram histórias parecidas. Explicou ainda o tal velho era o antigo morador da casa transformada em escritório. Um sujeito rico, mas que, por ser avarento, morreu sozinho, sem família ou amigos, naquele mesmo cômodo onde eu trabalhava.

Resolvemos pedir a um padre que desse uma benção no lugar. Mas, por via das dúvidas, fizemos da sala um almoxarifado, onde ninguém precisa passar muito tempo...